Vem ai o catálogo do Atacado Brasil. E estamos pensando em muitas maneiras de tornar o catálogo vendedor, interessante, atualizável, Inovador, rico em informações e com um custo que o cliente possa pagar e lucrar com isto.Para ilustrar a chamada abaixo colocamos o texto ( fonte: Marcelo Medina) que trata novamente sobre o assunto. Reeinventar é sempre mágico.
Folders e catálogos: sempre importantes ferramentas de venda desde que criativos e bem feitos
Fotos bonitas, letras coloridas e um texto diferente. Aparentemente, os ingredientes para um bom catálogo ou folder de uma empresa. Mas se engana quem pensa que só isso já é o suficiente para ganhar a disputa pela preferência do cliente. Em tempos em que se recebe tanto papel e ainda se enfrenta a concorrência com e-mails e outras formas de mídia, o que mais conta na elaboração de um bom material gráfico – como é o caso dos folders e catálogos – é o “tratamento” que se dá a ele.
Não é fácil saber, exatamente, onde eles surgiram, mas não é de hoje que as empresas se utilizam de folders e catálogos para vender seus produtos e serviços. Diferentemente do cartão de visitas, que precisa ser objetivo e trazer informações rápidas, o folder é uma peça mais trabalhada, trazendo fotos, textos e, acima de tudo, a informação que se quer divulgar para clientes e prospects.
“Tudo começa com a escolha correta do profissional que irá executar o trabalho”, explica o designer Marcelo Medina. “Não basta ser um bom designer gráfico ou uma boa agência de propaganda, é necessário que o cliente perceba se o profissional prestou bem a atenção no briefing passado por ele, se compreendeu as necessidades, se entende do negócio - ou se estudou o mercado antes de atendê-lo - e, principalmente, se o layout que será mostrado apresentará alguma novidade em relação aos concorrentes”.
Medina explica que um bom folder ou catálogo é aquele que apresenta design próprio - diferente e bem cuidado, textos com bom português e voltados ao público alvo. Segundo ele, um bom texto e boas fotos representam 60% do sucesso do folder. “É o profissional de design gráfico que irá dirigir esses textos e fotos, feitos por profissionais especializados, para que fiquem perfeitamente integrados com a criação gráfica”, acrescenta.
Os folders podem ter várias funções, que vão desde anunciar uma promoção especial da empresa até trazer os serviços que ela oferece ao cliente, ou ainda, funcionar como uma espécie de pequeno portfolio. Já os catálogos costumam ser mais completos, mostrando toda a linha de produtos ou serviços oferecidos. Mas o que vai fazer com que o cliente ou possível cliente pegue e guarde o material ou não, é realmente a capacidade desse material chamar a atenção dele.
“O folder comum, que anuncia uma promoção, por exemplo, não é um artifício de vendas durável”, comenta Medina. “No caso de folders ou catálogos institucionais, esse tempo é bem maior, podendo chegar até doze meses, por isso precisa de mais apuro ainda em sua confecção. A renovação desses materiais acaba passando uma imagem de inovação e preocupação da empresa em relação ao seu público. Por isso, o cliente tem de conter o impulso de gastar pouco e fazer um folder "passageiro" que não diga nada, que não tenha um projeto visual, que tenha fotos de câmera digital sem um tratamento de luz adequado, e textos super reduzidos e colocados em tópicos. Isso só depõe contra o produto dele e o que era barato fica caro. Mesmo o mais simples dos folders merece tratamento diferenciado e cuidadoso, pois essa será a impressão que terá o cliente do negócio. Fiz uma vez um cardápio para uma lanchonete que de tão atrativo em relação ao design e fotos, os clientes queriam levar pra casa e guardar para fazer os pedidos por telefone”, lembra o designer.
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