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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Tlantic - NRF



Faixa de email da Tlantic referente a participação do NRF 2012

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Natal é dar - ação Tlantic


Campanha Tlantic de adoção de cartinhas de Natal. A Tlantic pelo 3 ano seguido segue a tradição de honrar o presente das criancinhas.
Boa iniciativa a ser seguida.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Tlantic na Mídia -" Pense Grande" , Negócios

Nº edição: 733 | Especial DINHEIRO Ltda. | 21.OUT.11 - 21:00 | Atualizado em 23.10 - 11:51

Pense grande

Mesmo com burocracia e falta de financiamento, pequenas e médias empresas começam a conquistar o mercado internacional.

Alguns caminhoneiros irlandeses nem sequer imaginam que carregam em seus veículos de carga um produto desenvolvido pela gaúcha Tlantic, de Porto Alegre, empresa de desenvolvimento de aplicações focadas no varejo. O software, que funciona em um celular ou mesmo em um terminal semelhante ao das máquinas de cartão de crédito, está integrado ao estoque da Musgrave Retail Partners, a maior distribuidora de alimentos daquele país. Toda vez que uma mercadoria é entregue a um varejista, basta ao caminhoneiro dar baixa no item que ele sai do inventário da distribuidora. Enfrentar a concorrência de pesos-pesados do segmento de soluções móveis para varejo, como SAP e Oracle, as duas maiores fornecedoras de software para empresas do mundo, foi somente uma das barreiras enfrentadas pela equipe da Tlantic, para exportar para um país europeu.

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Alfredo Novais, da ABN8: empresa paulista começou a exportar suco de açaí para a China.
Próximo destino é levar a Cingapura e à Malásia um energético derivado do guaraná

“Além dos desafios tecnológicos, como o da compatibilidade com vários tipos de dispositivos de hardware, tivemos de lidar com diferenças culturais dos varejistas daquela região geográfica”, afirma Reginaldo Back, diretor da Tlantic. Para conquistar o cliente irlandês, a empresa se esforçou muito, apesar de não precisar ir até Cork, segunda cidade mais populosa da Irlanda, sede da Musgrave. Remotamente, fez um levantamento das necessidades da companhia. E, por fim, desenvolveu um teste piloto de seu software. Tudo isso em um prazo exíguo de três meses. Com essa agilidade, ela conseguiu convencer os irlandeses a assinar o contrato. Fundada em 2004, a Tlantic tem 130 funcionários e conta entre os seus acionistas com a portuguesa Sonae, holding que detém participações em empresas de varejo, shopping centers e tecnologia.

Com faturamento de R$ 20 milhões em 2010, a empresa, atualmente, já exporta para Portugal, África do Sul, Arábia Saudita, Espanha, Irlanda e Turquia. A Tlantic é um exemplo de que não é preciso ser uma grande empresa, como a BRFoods, Vale ou Petrobras, para conquistar espaço no mercado internacional. Mesmo pequenos negócios podem pensar grande e se lançar rumo ao Exterior em busca de clientes. É fato que a trajetória para fora das fronteiras brasileiras nem sempre é fácil. Há ainda muitos gargalos estruturais para serem vencidos. De acordo com pesquisa do Comitê de Comércio Exterior, do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, os principais problemas enfrentados pelos empresários locais são a dificuldade para obtenção de crédito, o elevado custo da exportação e a pesada carga tributária. O estudo, feito neste ano, ouviu 131 pequenas e médias empresas.
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Reginaldo Back, da Tlantic: caminhoneiros da Irlanda usam software da companhia gaúcha, que já exporta suas soluções para sete países
Talvez por causa desses entraves, as micro e pequenas empresas parecem não estar muito interessadas em exportar. Dados do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP) afirmam que apenas cerca de 1% do volume de dólares exportados vem desse segmento. “Isso é um erro que precisa ser sanado”, afirma Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP. “Muitas oportunidades estão sendo perdidas pelas empresas de pequeno porte.” Não foi o que aconteceu com a ABN8, de São Paulo, trading que dá assessoria a empresas que querem exportar ou importar. Recentemente, a companhia descobriu um verdadeiro “negócio da China”: vender suco de açaí para os chineses. A oportunidade de colocar o produto amazônico nas prateleiras de Hong Kong e Pequim começou em abril deste ano. Segundo Alfredo Novais, diretor da ABN8, o produto teve rápida aceitação no país asiático, devido às suas propriedades antioxidantes e fitoterápicas únicas.
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Os chineses já conhecem a fruta em três sabores: puro, com banana e com guaraná. Envasar o suco em embalagens longa vida de um litro foi um jeito de se adequar à realidade do consumidor chinês. O próximo passo, de acordo com Novais, será a exportação do líquido em quantidades menores. “Vamos vender em embalagens de 250 ml”, afirma Novais. “Essa pequena alteração vai aumentar o poder de penetração do produto, pois facilita o consumo imediato.” Uma vez abertas as portas chinesas, outras oportunidades começam a surgir para a ABN8. A trading brasileira planeja vender para o Sudeste Asiático, em países como Cingapura e Malásia. Além do açaí, a intenção é ampliar o leque de produtos “exóticos” e levar uma bebida energética natural à base de guaraná, chamada Caff. Como uma empresa descobre que tem vocação para a exportação?
“A decisão para exportar é um processo natural de crescimento da empresa, observado aí o empreendedorismo do empresário e o comprometimento de sua equipe”, diz Miriam Ferraz, coordenadora do Programa de Internacionalização da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás. Esse é o caso do Grupo Colmeia, pequena empresa com 20 anos de mercado. Com sede em Esteio, no Rio Grande do Sul, a companhia, que fabrica contêineres habitáveis para ambientes de trabalho e eventos, começou a exportar neste ano. Dos 15 milhões de faturamento previsto para 2011, 20% será de vendas para o Exterior. É de olho nessas pequenas empresas que o Sebrae resolveu se estruturar para dar apoio à exportação. A seccional São Paulo, por exemplo, criou, há cerca de dois meses, a Gerência Internacional. A nova divisão tem dois objetivos bem claros: incentivar a internacionalização das micro e pequenas empresas e divulgar institucionalmente o nome do Sebrae no Exterior.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Dia do Programador - Tlantic

Peça destinada a comemorar o dia do programador que ocorreu no último 13 de setembro.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Tlantic - visitação

Visitação Tlantic. Corredores com as peças da agência.

Tlantic - Mural


Painel de controle de metas da campanha WAR. Foi criado com imãs para que pudessemos rapidamente modificar o painel.

terça-feira, 5 de julho de 2011

QR Code - uma nova tendência?

Algumas empresas já começaram a pedir estudos de materiais de uso pessoal com o QR Code instalado. Wikipediando sabemos que Código QR , ou QR code como já chamamos também, é um código de barras em 2D que pode ser facilmente escaneado usando qualquer celular moderno. Esse código vai ser convertido em uma pedaço de texto (interativo) e/ou um link que o celular os identifica. Inicialmente usados para catalogar diferentes partes na construção de veículos, hoje o QR Code é usado no gerenciamento de inventário em uma grande variedade de indústrias. Desde 2003, estão sendo desenvolvidas aplicações direcionadas para ajudar os usuários na tarefa de adicionar dados em telefones celulares usando a câmara fotográfica. Os QR Codes são muito comuns também em revistas e propagandas, onde usam-se os códigos para guardar endereços e URLs, além de informações pessoais detalhadas, no caso de cartões de visitas, facilitando muito a inserção destes dados em agendas de telefones celulares. Consumidores com programas de captura ou PCs com interface RS-232C, podem usar um scanner para capturar as imagens.

O padrão Japonês para QR Code, JIS X 0510, foi disponibilizado em Janeiro de 1999 e corresponde ao padrão internacional ISO/IEC 18004. Foi aprovado em Junho de 2000. "QR Code é aberto para uso e sua patente, pela Denso-Wave, não é praticada." (retirado do site da Denso-Wave).

A banda Pet Shop Boys utilizou imagens do código QR no clipe da música "Integral". São dezenas de códigos que aparecem durante o clipe. Todas as imagens quando decodificadas apresentam links para diferentes sites, em geral tratando da questão da privacidade no mundo contemporâneo.

No Brasil, o primeiro anúncio publicitário a utilizar o código QR foi publicado pela Fast Shop em dezembro de 2007. Mais tarde a Nova Schin publicou um anúncio com o código em junho de 2008 e a Claro fez uma campanha utilizando o Código QR em novembro de 2008.A Revista Galileu da Editora Globo também aderiu QR para que o usuario tivesse acesso a informações extras atraves do seu celular.

Também em novembro de 2008, durante o Salão do Automóvel, a Volkswagen aproveitou o código para uma pequena ação em sua estande.

O Jornal A TARDE, localizado na cidade de Salvador - Bahia [1] tem usado o QR Code desde 10 de dezembro de 2008. Foi o primeiro jornal impresso no País - reconhecido pela Associação Nacional de Jornais(ANJ) - a utilizar o código em suas páginas como selo integrador de mídias; levando o leitor do papel-jornal ao dispositivo móvel(celular)[2].

fonte: wikipedia

segunda-feira, 2 de maio de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

SONAE PARTICIPA EM FÓRUM MUNDIAL DE SUSTENTABILIDADE

A Sustentabilidade das operações logísticas foi o tema apresentado pela Sonae, no World Foresight Forum, iniciativa que estimula novas ideias para os maiores desafios do século XXI e que tem como objectivo criar um Mundo seguro e sustentável para as gerações futuras.


Paulo Magalhães, administrador na Sonae e CEO da Tlantic, foi um dos oradores convidados do World Foresight Forum e defendeu a utilização das Tecnologias de Informação como forma de reduzir as ineficiências na logística e cadeia de abastecimento, melhorando a adequação entre a oferta e a procura.

A sessão Innovative Solutions for a Sustainable Supply Chain (Soluções Inovadoras para uma Cadeia de Abastecimento Sustentável) desafiou empresas, países e organizações a contribuir para um mundo mais sustentável melhorando a sua eficiência no abastecimento e pensando a logística a um nível global.

Paulo Magalhães defendeu a emergência de um novo paradigma, onde a informação e a cooperação são fundamentais para evitar desperdícios. Aos empresários, gestores, políticos e demais decisores pede-se que introduzam inovações e tecnologias de informação nas suas organizações e nos seus negócios que permitam ganhos de eficiência com o tratamento de dados de oferta e procura, bem como que criem redes de aprovisionamento (Supply Networks) ao invés de cadeias de aprovisionamento (Supply Chains).

O modelo apresentado para a Sustentabilidade no aprovisionamento dos negócios sugere a criação de um ‘‘Banco de Informação’’ para encontro de necessidades e disponibilidades de pessoas e empresas, evitando ineficiências como a circulação de contentores vazios, máquinas paradas sem utilização ou stocks acima do necessário.

Questões que revelam oportunidade para tornar a Supply Chain mais sustentável:

Alguém mede o número ou distância percorrida por contentores, caminhões ou cargueiros vazios? E os fluxos redundantes ou desnecessários?

Alguém dispõe dos meios para poder combater o nível de ociosidade de inúmeros bens de capital fixo, desde veículos até unidades de produção? A que escala é que o faz? Da empresa, do país, da região?

E o desperdício gerado ao longo da cadeia de produção e distribuição? Quer na produção, baseada em processos subtrativos, de corte, perfuração e compressão, quer na distribuição, provocado sobretudo por previsões e erros na combinação de quantidades, preços, local e momento.

Estas três questões revelam que há uma enorme oportunidade para tornar a Supply Chain mais sustentável, nomeadamente por redução destes fatores de ineficiência. Está ainda por dar o salto que permitirá aplicar os meios hoje disponíveis, de recolha, registro e processamento de informação, para transformar os processos tradicionais de gestão da Supply Chain. Estabelecer, desse modo, uma conexão mais eficaz entre o mundo físico (o dos átomos) e o mundo da informação (o dos bits) e beneficiar as decisões com o poder analítico de algoritmos inovadores e inteligentes.

Defendendo que o encontro entre procura e oferta de bens, ou entre o consumo e a Produção, terá três elementos essenciais - (1) o marketing relacional, assente nos princípios de fiabilidade e confiança (confiabilidade), (2) a mediação logística e (3) a informação - surgiu um modelo ideal que requer novas abordagens e maior cooperação.

Este modelo foi e deve continuar a ser alvo de uma discussão alargada que, com a inspiração de modelos de negócio reais e de natureza diversa, aponte passos que nos aproximarão das Supply Networks suportadas pela internet of things e também pela internet of people. Ou seja, por abrangentes Bancos de Informação que classificam e marcam, de forma ativa e imediata, necessidades e disponibilidades, para depois processar o seu encontro. Primeiro de bens e mercadorias; depois de meios logísticos para os entregar.

Sobre o World Foresight Forum

O World Foresight Forum é uma iniciativa da World Foresight Forum Foundation. Esta Fundação reúne

decisores do mundo dos negócios, governos, académicos e da ciência com a finalidade de criar uma nova compreensão e abordagem para a resolução dos grandes desafios estratégicos que nosso Mundo enfrenta neste Século XXI. A Fundação tem como objectivo inspirar a todos nós a criar um Mundo seguro e sustentável para as gerações futuras.

Fonte: Sonae, em 26.04.2011.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

ZH destaque na mídia

Assessoria de imprensa da agência consegue duas publicações na Zero Hora de Domingo. São judas (evento Pós) e Tlantic (Premiação do portal Móvel).

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Tlantic ganha prêmio de inovação !

SONAE VENCE PRÊMIO DE INOVAÇÃO DA IDC


A solução para o varejo “Portal Móvel” valeu à Sonae o prêmio de inovação do “IDC CIO Awards 2011”, iniciativa que distingue os melhores projetos tecnológicos de Portugal.


A Sonae foi uma das grandes vencedoras dos IDC CIO Awards 2011, iniciativa que premeia os melhores projetos tecnológicos de Portugal. A distinção resulta do grande impacto que a inovadora solução para retalho “Portal Móvel” está a ter na organização, ao permitir aos colaboradores das lojas Sonae o acesso a toda a informação necessária para melhor servir os clientes e para executar as diferentes tarefas de operação de loja.

Este prémio vem reforçar a distinção internacional da solução “Portal Móvel”, que recebeu o prémio de “Best In-Store Solution” nos Retail Technology Awards Europe 2010, um dos mais prestigiados prémios no sector do retalho europeu.

Suportado sobre PDAs e impressoras móveis, o "Portal Móvel" disponibiliza aos colaboradores da loja toda a informação disponível nos sistemas da Sonae, onde e quando necessário, evitando deslocações frequentes entre loja, escritórios e armazéns.

Consultas de preços, disponibilidades, datas de fornecimento, vendas e promoções, bem como reservas de clientes, impressão de etiquetas e registo de toda a informação necessária para uma eficiente gestão de loja, são alguns exemplos de funcionalidades que melhoram o serviço ao cliente e simplificam a vida dos colaboradores.

João Günther Amaral, Responsável pela Gestão da Inovação da Sonae afirma: “A Sonae tem investido no desenvolvimento de soluções inovadoras que melhorem a experiência dos clientes, incrementem a eficiência do negócio, e contribuam para a motivação de todos quantos desenvolvem a sua actividade na operação de cada loja. Este prémio da IDC é mais um reconhecimento do trabalho que temos vindo a efectuar e dá-nos força para continuar a apostar no desenvolvimento de soluções inovadoras para as nossas operações de retalho. Concebemos este produto em parceria com a Tlantic, que o desenvolveu e produtizou tornando-o agora acessível a outros retalhistas ”.

Sobre a IDC

A IDC é a empresa líder mundial na área de "market intelligence", serviços de consultoria e organização de eventos para os mercados das Tecnologias de Informação, Telecomunicações e Electrónica de Consumo. A IDC ajuda os profissionais de Tecnologias de Informação, decisores empresariais e investidores a tomarem decisões sobre tecnologia e estratégias de negócio baseadas em factos.

Mais de 1000 analistas da IDC em 50 países fornecem conhecimento profundo sobre oportunidades, tendências tecnológicas e evolução dos mercados a nível global, regional e local. Há mais de 45 anos que a IDC fornece informação estratégica para ajudar os seus clientes a atingirem os objectivos de negócio. http://www.idc.pt/


terça-feira, 5 de abril de 2011

Tlantic - 5 anos


Material de campanha para os funcionários comemorando os 5 anos.